15.3.05

A FESTA DOS NOSSOS AFILHADOS


Doces figuras, no dia 26 de fevereiro de 2005, eu e Dani, na esteira da comemoração do primeiro aniversário da Dhaffiny, filha do Buba e da Lu, nossa afilhada de número 05, oferecemos uma festa de proporções gigantescas para todos os afilhados. Fizeram forfait, infelizmente, e muita falta, a Milena, filha da Mariana Blanc, afilhada número 01, e a Iara, filha do meu irmão Szegeri e da Railídia, nossa afilhada número 06. Marcaram presença a Ana Clara (afilhada número 02), o Alfredinho (diretamente dos EUA, afilhado número 03), Rafa (afilhado número 04), e, obviamente, a aniversariante, Dhaffiny, isso sem falar na quantidade olímpica de crianças agregadas, com direito, inclusive, a batismo na hora, já que Maria Helena, irmã da Ana Clara, inconformada por não ter a mim e a Dani como padrinhos, fez beicinho, chorou, pediu, e foi "adotada". É nossa afilhada número 07.

Como bem disse a Lelê Peitos, presente ao furdunço, foi mesmo a emoção que não me permitiu falar antes sobre a festa.

Festa que, inclusive, mereceu críticas dos xiitas fanáticos por festas de criança, nas semanas que a antecederam, por não ter bola de gás, não ter palhacinho, não ter animadores e recreadores, não ter mágico, e por ter uma roda de samba programada.

E foi tudo isso o que mais foi elogiado.

Iniciada às 14h, a festa contou com churrasco sob o comando de Fefê e Isaac, cinco quilos de lentilha carneada, cachorro-quente da Lu, brigadeiros da Raquel Guerreira que os mandou pela Guerreira Filha, bolo levado pelo Miguel (com litros de refrigerante), mais de 400 cervejas (entre garrafas e latas), uma roda de samba da pesada comandada pelo Repique de Ouro da Vila Isabel, o Luiz Paulo, e arrastou-se gloriosamente até 2h da madrugada, quando eu e Dani nos recolhemos levando a Dhaffiny pelos braços, sequetrada dos braços da mãe à força.

Muitos os presentes, e seria impossível listá-los aqui, mas estão todos nas mais de 200 fotos que o evento rendeu.

Eu embriaguei-me, mais de alegria do que de birita, de forma torpe. Ver aquela molecada ali, se divertindo à vera, sem nenhuma papagaiada clássica e esperada numa festa de criança, foi extremamente gratificante.

E mais gratificante ainda acordar no domingo, às 13h, e dar de cara com o sorriso deslumbrante da Dhaffiny, no meio de nós, como que agradecendo a festança da véspera.

Até.

Posted by Hello

Nenhum comentário: