10.7.06

RANKING DO JOTA

E não é que o Jota voltou à carga hoje?

Hoje o Consoante lança seu holofote em direção à mentira chamada Devassa.

nota publicada no jornal O GLOBO de 10 de julho de 2006

E Devassa da Barra, o que é bastante pior, como se isso fosse possível.

E para que a marcação cerrada sobre esse homúnculo seja ao menos divertida, inauguro hoje, no Buteco, um painel com o ranking das citações espontâneas (um segundo que engasguei de tanto rir) desses estabelecimentos de merda que infestam a cidade como câncer feitas pelo Jota.

Talvez fique ainda mais claro que ele é honesto na hora de distribuir as benesses. Vejamos a situação desde 17 de março de 2006, quando passei a marcá-lo sob pressão:

Com 2 citações Belmonte, Informal, Bracarense, Pizzaria Bráz, Gula-Gula e Capricciosa.

Com 1 citação Manoel & Joaquim, São Carlos, Rebouças, Saturnino, Academia da Cachaça, Na Pressão e Devassa.

Até.

7 comentários:

Anônimo disse...

Edu,

eu que sou um ignorante de quatro costados não entendi uma coisa. Ou melhor: refaço a conta e vejo que não entendi três coisas, o que é considerável para uma coluneta de umas poucas linhas.

O que viriam a ser "conceito de erótico-chique" e "cabaré-família"? E terceiro e não menos importante: como, macacos me mordam, pode uma mulher dançar em cima de um queijo???

Abraço,

Borgonovi

Eduardo Goldenberg disse...

Borgonovi: fosse o mundo habitado por ignorantes de quatro costados feito tu e estaríamos um bocado melhor.

Feito esse carinhoso intróito, vamos às explicações.

Queijo, malandro, é o nome que se dá praquele troço redondo, uma espécie de plataforma, que normalmente têm os carros alegóricos no carnaval sobre o qual as moças dançam. Espero que você tenha entendido.

Agora conceito de érotico-chique e cabaré-família são expressões seguramente criadas por esse homúnculo que atende pelo nome de Jota, que ele pôs na boquinha desse Cello, citado na nota.

O cara que inventou expressões de bosta como boteco grifado, pé-sujo fashion e cordon-bleu da baixa gastronomia é capaz de criar essas tolices inomináveis.

Porra, Borgonovi... cabaré-família é de fuder.

Anônimo disse...

Agradecido pela deferência.

Entendi. Confesso que jamais imaginaria que aqueles andaimes chamam-se "queijos".

Um "cabaré-família", por certo, foi o lugar em que os progenitores do miserável contraíram matrimônio.

Já "erótico-chique" penso que seja o estilo daquelas rameiras de capa de revista "BRAZIL", vestidas com roupas dos anos 80.

Aliás, como bem disse um amigo meu: "Quando vejo as fotos dos anos 80, penso: Meu Deus, como o mundo era barango".

Abraço,

Borgonovi

Fraga disse...

Caros Edu e Borgonovi,

Pequena observação - um homúnculo sem naipe como esse não pode ter progenitores, sua criação se deu ... deixa pra lá...

Importante, quanto ao queijo, informar que a dita plataforma, necessariamente, tem que estar acompanhada de um espelho.

Abraços,

Fraga

Eduardo Goldenberg disse...

Borgonovi: bem disse e em boa hora o Fraga!

Um queijo tem que ser espelhado e - lembrei-me disso também! - tem que ter uma barra vertical, do queijo ao teto (!!!!!), para que a moçoila que dança sobre ele possa, valendo-se do apoio da barra, fazer, hum, digamos, 1.001 coreografias.

Das mais sutis e delicadas às mais depravadas, dignas de um cabaré de verdade mesmo, que cabaré-família não tem dessas coisas.

Anônimo disse...

A utilização do termo "queijo" para definir tal lugar eu conhecia. Mas lanço o desafio: por que enfim chamam aquele troço de "queijo"?

Marcelo disse...

Ei, esse anônimo sou eu...