15.12.07

ELE, NO ELA, DE NOVO

Quem acompanha o BUTECO sabe que poucas coisas são mais abjetas, na paupérrima imprensa carioca, do que o caderno ELA, encartado aos sábados em O GLOBO, caderno esse que é editado pela plagiadora (vejam aqui o plágio escancarado).

Quando escrevi o texto A CANALHA PORCA DE SÃO PAULO (leiam aqui), em 22 de outubro de 2007, escrevi, transcrevendo trecho de uma lastimável crônica assinada por um coleguinha de caderno da plagiadora:

"Falei em Brasil e faço uma pausa... N´O GLOBO de sábado, um jornalista cujo nome não repito sob pena de vomitar sobre o teclado, escreveu a seguinte merda:

"Quando a crônica acima for publicada, vou estar de férias no continente que realmente importa."

Deveria, o coleguinha de caderno da plagiadora (vejam aqui!) - se o jornal O GLOBO fosse sério - ser sumariamente demitido e convidado a passar o resto de seus dias no continente que realmente importa pra ele. Mas é evidente que nada disso acontecerá... Até mesmo porque a editora do caderno ELA, onde foi publicado o lixo acima transcrito, é a própria plagiadora. Dito isso, em frente."


Em 03 de novembro de 2007, duas semanas depois, escrevi O COLEGUINHA DA PLAGIADORA (leiam aqui), quando descobri - e disse isso a vocês no mesmo dia! - que o sujeito se referira à Europa, já que escrevia a crônica daquele sábado, ininteligível como todas, de Berlim.

E hoje, mostrando-se incansável na arte da futilidade, escreve um lixo chamado GENTE FEIA, onde vocifera contra a gente do subúrbio, contra os freqüentadores de rodas de samba, contra a população da Barra da Tijuca, contra os moradores do Leblon, por conta da presença, em uma festa, de quatro caras que destoavam do "clima discretamente pansexual" - o texto podre é dele - do ambiente. É de vomitar, por exemplo, quando escreve:

"Seja como for, destoavam dos outros convivas, fina flor da boemia intelectual carioca."

publicado no caderno ELA de O GLOBO de 15 de dezembro de 2007

Por aí vocês vêem como anda O GLOBO, esse caderno ELA, a imprensa carioca.

Ele deveria ter coragem de dar nome aos bois. E dizer quem compõem a "fina flor da boemia intelectual carioca".

Ficaria mais fácil fazer a comparação e convidar a canalha preconceituosa presente à festinha pansexual para beber uma cerveja decente por essas bandas, onde - digamos - os pingos seriam postos nos "is".

Façam uma idéia...

De um lado, os descolados que se sentem usurpados por terem perdido a exclusividade - tudo no texto... - para freqüentar o Baixo Leblon, o Baixo Gávea, o Coqueirão... E de outro... Luiz Antonio Simas, Luiz Carlos Fraga, Paulo Amarelo, Fefê, Zé Colméia, Arthur Favela, Brunão Tirone, Bruno Ribeiro, Zé Sergio, Gordo, Szegeri...

Covardia.

Até.

Um comentário:

Bruno Ribeiro disse...

Que nojo, mano! E o pior é que esses putos e putas jamais conseguirão reconhecer que estão errados. Nós, os feios, os suburbanos, os "radicais", somos e sempre seremos seres indesejados que os fazem lembrar que também são brasileiros. Nós esfregamos o Brasil na cara dessa corja. E é por isso que somos felizes e eles tomam remédio para dormir. Eles nunca saberão, querido... Nunca saberão! Beijo.