10.12.07

PRA HISTÓRIA

Disse o Bruno Ribeiro, em junho deste ano, às vésperas do encontro histórico promovido na casa de meu mano Szegeri (sobre o encontro leia aqui o que escreveu o próprio Bruno, leia aqui o que escreveu o Simas e leia aqui o que eu escrevi), o seguinte:

"O encontro que se dará hoje e só termina na segunda-feira terá contornos épicos e fatalmente entrará para a história como o encontro que mudou - senão o mundo - ao menos nossas vidas."

A íntegra do texto pode ser lida aqui.

Faço este brevíssimo intróito apenas para dizer a vocês, já que divido permanentemente as emoções que me assaltam, e sou, graças aos deuses, cada vez mais assaltado!, que recebemos em nossa mui humilde casa em nossa mui amada Tijuca, eu e minha Sorriso Maracanã, o portentoso Arthur Tirone, o Favela, a quem carinhosamente chamo de Salgueiro (minha favela preferida!) e sua Milena. A reboque, vieram Bruno Tirone, flor de pessoa (ao longo da semana conto histórias sobre o cara) e Daniel Frangiotti, o Gordo, um sujeito que chora mais que eu, Szegeri e Simas juntos (ao longo da semana conto, também, histórias sobre o caboclo), que ficaram hospedados no legendário Hotel Bariloche, glória tijucana capaz de fazer o Copacabana Palace parecer motel de beira de estrada, a menos de 100 metros de nossa casa.

Há muito o que se dizer sobre o final de semana, muito, mas falta-me, hoje, o tempo necessário para fazê-lo.

Que seja feito então, ao menos, o primeiro registro fotográfico da saga de quarenta e oito horas ininterruptas de emoção coletiva. E que registre-se, ainda, minha gratidão a Fernando Jose Szegeri, amálgama desse encontro que teve, de fato, contorno épicos e que mudou, um bocado pra melhor - digo sem medo do erro -, as nossas vidas.

Eis aí, Bruno Tirone, Arthur Favela, Milena e Daniel na porta do Bar do Chico, na Tijuca.

Bruno, Favela, Milena e Daniel, bar do Chico, Tijuca, 09 de dezembro de 2007

Até.

8 comentários:

Craudio disse...

Da próxima vez, tenho que passar uma semana por aí. Dia e meio para o Rio de Janeiro é pouco, pouquíssimo...

Agora eu quero escutar essa história do Bariloche.

Viva o maracujá! Ainda estou meio ressacado.

Abraços, saudosos desde a hora em que saí da Tijuca.

Eduardo Goldenberg disse...

Salve, Craudio! Quando já dávamos - o Alto Comando do Rio-Brasília - como certa sua ausência (que significaria o não-pagamento do engradado de Brahma e a não-entrega da prometida garrafa de Jack Daniels) - eis que surge você e a Eva na gloriosa esquina da Hadock Lobo com a Almirante Gavião.

Daqui, de pé diante do balcão imaginário do BUTECO, agradeço publicamente o belíssimo presente, o belíssimo gesto, personificado naquela monumental garrafa de bourbon deitadinha dentro daquela caixa que desde ontem enfeita o humilde bar que mantenho em casa.

Tu não pagou o engradado por pura falta de tempo, é verdade, mas valeu tê-los por ali ainda que por poucos minutos...

Volte em breve, camarada. Os quatro da foto melhor poderão lhe contar sobre o que vimos e vivemos.

Abração!

Juergen Stendhal disse...

Fiquei com uma pontinha de inveja deles.

Lys Fest disse...

O buteco está cada vez melhor :-) Um dia o Vidal e agora esse Bruno. Ai, ai, ai... ... ... Quero ir visitar o Rio em breve :-)

Piruca disse...

Edu, foi um prazerzão conhecê-lo. Voltarei mais vezes para o Rio

abs

André Carvalho, o Piruca

Daniel Frangiotti disse...

Edu,

Estou ainda emocionado de uma forma olímpica (como você diz), obrigado pela recepção lindíssima, que viagem fantástica, as pessoas, o lugar, o clima, o samba, as cachaças, a Tijuca, o Rio, o Bruno manda um grande abraço também, logo mais voltaremos!!!

Você disse com perfeição no post: "quarenta e oito horas ininterruptas de emoção coletiva"

Um abraço!!!
e dá-lhe Tijuca

evao do caminhao disse...

legal ter te conhecido pessoalmente

da próxima vez chegaremos BEM mais cedo pra beber BEM mais cerveja com vcs.

beijos, eva

Eduardo Goldenberg disse...

Piruca: o prazer foi meu, camarada. Seja bem-chegado ao balcão.

Ô, Gordô: com uma puta saudade de vocês. Voltem logo, porra. E amanhã eu conto sobre sua crise de choro no Rio-Brasília. Beijo.

Eva: façam isso. Vou cobrar de vocês. Beijo e foi um prazer conhecer você. Seja, também, bem-chegada.