Tamar Katz (19 anos), Yuval Ophir-Auron (19 anos), Raz Bar-David Varon (18 anos), Omer Goldman (19 anos), Mia Tamarin (19 anos), Sahar Vardi (18 anos) e Udi Nir (19 anos) são shministim, ou seja, estudantes secundaristas em Israel, aptos ao alistamento militar. Por serem rigorosa e vigorosamente contrários à barbárie cometida pelo exército israelense contra o povo palestino, recusaram-se ao alistamento, o que lhes rendeu a prisão e uma enorme pressão exercida por amigos e parentes, indignados com sua falta de amor - notem a triste ironia que reside na palavra usada em vão... - por Israel, cujo governo comanda a tal pressão, sob todas as formas, sobre os jovens e sobre suas consciências que não se dobraram, e não hão de se dobrar, à tirania.
Os shministim, que vêem os jovens palestinos como irmãos seus (vejam o video!) e justamente por isso repudiam, pagando com a própria liberdade, as atrocidades cometidas em nome da segurança de Israel (uma falácia...), são a prova viva de que há esperança no mundo. São a prova viva de que é possível receber influxos fomentadores do ódio sem se deixar envenenar por ele, oferecendo resistência pacífica através de gestos significativos dotados de profunda tolerância e respeito, de intensa generosidade e bom senso, de coragem e acima de tudo, de amor fraterno.
Tais gestos, partindo de jovens no começo da vida adulta, dão bem a dimensão da capacidade regeneradora que essas novas gerações têm nas mãos para oferecer ao planeta, tão castigado e preso a ódios multimilenares que se alimentam, as mais das vezes, sem que saibamos os por quês, agindo como verdadeiros autômatos incapazes de uma reflexão em busca de efetivas mudanças de comportamentos e conseqüentemente de rumos.
Daqui, da Tijuca, do Rio de Janeiro, do Brasil, pátria que abriga como irmãos descendentes de todos os pontos do planeta, inclusive judeus e palestinos, em respeitoso silêncio, elevo meus melhores pensamentos em direção aos shministim, aos que os apóiam em sua luta pacífica, aos palestinos vítimas da investida do exército israelense, e aos homens embrutecidos que não compreendem a grandeza dos gestos dos meninos.
Eu, descendente de judeus, quando assinei meu nome no site criado para recolher assinaturas em apoio ao gesto dos estudantes, senti-me profundamente bem e grato a meus antepassados, a quem agradeço, sempre, por minha existência, eles também responsáveis diretos por minha vida.
Assine o manifeste e veja o video aqui.
Até.
Os shministim, que vêem os jovens palestinos como irmãos seus (vejam o video!) e justamente por isso repudiam, pagando com a própria liberdade, as atrocidades cometidas em nome da segurança de Israel (uma falácia...), são a prova viva de que há esperança no mundo. São a prova viva de que é possível receber influxos fomentadores do ódio sem se deixar envenenar por ele, oferecendo resistência pacífica através de gestos significativos dotados de profunda tolerância e respeito, de intensa generosidade e bom senso, de coragem e acima de tudo, de amor fraterno.
Tais gestos, partindo de jovens no começo da vida adulta, dão bem a dimensão da capacidade regeneradora que essas novas gerações têm nas mãos para oferecer ao planeta, tão castigado e preso a ódios multimilenares que se alimentam, as mais das vezes, sem que saibamos os por quês, agindo como verdadeiros autômatos incapazes de uma reflexão em busca de efetivas mudanças de comportamentos e conseqüentemente de rumos.
Daqui, da Tijuca, do Rio de Janeiro, do Brasil, pátria que abriga como irmãos descendentes de todos os pontos do planeta, inclusive judeus e palestinos, em respeitoso silêncio, elevo meus melhores pensamentos em direção aos shministim, aos que os apóiam em sua luta pacífica, aos palestinos vítimas da investida do exército israelense, e aos homens embrutecidos que não compreendem a grandeza dos gestos dos meninos.
Eu, descendente de judeus, quando assinei meu nome no site criado para recolher assinaturas em apoio ao gesto dos estudantes, senti-me profundamente bem e grato a meus antepassados, a quem agradeço, sempre, por minha existência, eles também responsáveis diretos por minha vida.
Assine o manifeste e veja o video aqui.
Até.
8 pitacos:
Querido mano velho, coloque o vídeo diretamente no seu blog, assim como fiz no meu. Comentei sobre os meninos judeus ontem à noite, vê lá. Acho que o vídeo será mais visto e acessado se for publicado diretamente no blog. Muita gente cai aqui por acaso e às vezes não tem tempo, paciência ou disposição de abrir um link para ir a outro site. Pode ser um detalhe bobo, mas a idéia é que, neste momento, a maior quantidade de gente possa assistir ao depoimento dos secundaristas israelenses.
Tá assinado!
Caro Edu,
Tomei a liberdade de transcrever seus ótimos comentários (claro, concedendo a ti os méritos por isto) e enviar a vasta lista de pessoas queridas.
VAMOS AJUDAR!!!
Um abraço!
Você é um humanista, Eduardo. Tenho visto tanta bobagem irresponsável dita e escrita nos últimos dias, que uma página como a sua se torna uma chama de expectativas nessa barbárie que estamos assistindo.
Edu,
O cardeal Renato Martino, assessor do papa Bento XVI, comparou as atuais condições na Faixa de Gaza às de um "grande campo de concentração."
Saudações!!!
Parabéns Eduardo, muito bacana seu comentário. Ja votei la e enviei para os amigos também! Se puder de uma olhada no seguinte site: http://www.avaaz.org/po/gaza_time_for_peace/ é uma petição a ser publicada no The Washington Post e posteriormente entregue ao conselho de segurança da ONU. Seria muito interessante a participação de todos, ja que sabemos, a ONU (e os Estados Unidos neste caso especifico em questão) só se movimenta pela pressão da opinião pública, dai quanto mais gente melhor. Grande Abraço!
Tem também um blog (Momentes of Gaza) escrito por pessoas que estão em Gaza. Como a imprensa não pode entrar lá, o blog é uma das poucas formas de informação disponível (e séria) sobre esse extermínio. O endereço é o seguinte:
http://gaza08.blogspot.com
Logo, logo, vão entrar fotos da manifestação ontem, no Centro do Rio, em apoio à Palestina neste endereço:
www.ombudsmandocapeta.blogspot.com
Abs.
Assinadíssimo! E a petição do Avaaz também!
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