Em 07 de novembro de 2008, escrevi PALMEIRAS: UM FENÔMENO NO RIO, leiam aqui, texto que fez um tremendo sucesso gerando, até o presente momento, 48 comentários. Tratava do fênomeno, cuja causa ainda desconheço, que é a proliferação aguda de torcedores do Palmeiras na minha mui leal e amada cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Lá eu disse, a certa altura:
"Todos os dias - eu disse TODOS, com a ênfase szegeriana - eu esbarro com pelo menos uma pessoa envergando, orgulhosa, a camisa do Palmeiras. E eu disse "pelo menos uma" porque às vezes - estou sendo preciso do início ao fim - eu esbarro com duas, três, quatro, cinco camisas do Palmeiras, no mesmo dia, em horários e locais diferentes."
Em 12 de dezembro do mesmo ano, e sobre o mesmo tema, escrevi PROVAS CABAIS, leiam aqui.
Nove dias depois, em 21 de dezembro, escrevi PROVAS CABAIS, repetindo o nome e o mote, leiam aqui.
De lá pra cá, preciso confessar, as provas cabais não pararam de espocar diante de mim. Mas não é possível que eu fique, dia após dia, apenas para provar a meus poucos mas fiéis leitores que sou preciso do início ao fim - troço que prescinde desse tipo de coisa... - , fotografando desconhecidos na rua que torcem pelo Palmeiras, que estampam, na rua, às escâncaras, sua paixão palestrina.
Ocorre que hoje eu não resisti.
Antes, porém, quero dedicar a publicação de mais essa foto, mais essa prova cabal do que digo sobre a paixão palmeirense que se manifesta no Rio de Janeiro, a Fernando Szegeri, funcionário público e palmeirense, e a Julio Vellozo, comunista e corinthiano. Ao primeiro por razões evidentes: foi pra ele que bati o rádio quando dei de cara com o caboclo abaixo. E ao segundo porque ele é um que insiste em dizer que o time do povo é mesmo o Corinthians, que o homem simples, humilde, o autêntico representante do povo é corinthiano.
Eu sempre digo a ele que isso não corresponde à verdade, ao menos no Rio.
Os corinthianos aqui são banqueiros, investidores, quatrocentões fora de esquadro, o povo humilde do Rio de Janeiro que torce para algum clube paulista torce mesmo é para o Palmeiras.
(ouço daqui a voz de minha irmã me acusando de ser palmeirense e não rubro-negro)
Pois estava eu almoçando no Largo do Machado, sozinho, quando avistei um plaqueiro com a camisa do Palmeiras.
Bati o rádio pro homem da barba amazônica.
E ele deu a ordem:
- Fotografe! Fotografe!
Terminado o almoço, paga a conta, fui ao plaqueiro:
- Chefia, posso tirar uma foto tua com a camisa do Palmeiras pra mostrar pra uns amigos lá de São Paulo?
Ele, já tirando a placa do corpo, disse:
- Claro! Manda bala!
E eu:
- Não, não! Só afasta pra aparecer o escudo... eu disse que você era plaqueiro, eles precisam ver o anúncio...
Autorizado, fiz a foto.
"Todos os dias - eu disse TODOS, com a ênfase szegeriana - eu esbarro com pelo menos uma pessoa envergando, orgulhosa, a camisa do Palmeiras. E eu disse "pelo menos uma" porque às vezes - estou sendo preciso do início ao fim - eu esbarro com duas, três, quatro, cinco camisas do Palmeiras, no mesmo dia, em horários e locais diferentes."
Em 12 de dezembro do mesmo ano, e sobre o mesmo tema, escrevi PROVAS CABAIS, leiam aqui.
Nove dias depois, em 21 de dezembro, escrevi PROVAS CABAIS, repetindo o nome e o mote, leiam aqui.
De lá pra cá, preciso confessar, as provas cabais não pararam de espocar diante de mim. Mas não é possível que eu fique, dia após dia, apenas para provar a meus poucos mas fiéis leitores que sou preciso do início ao fim - troço que prescinde desse tipo de coisa... - , fotografando desconhecidos na rua que torcem pelo Palmeiras, que estampam, na rua, às escâncaras, sua paixão palestrina.
Ocorre que hoje eu não resisti.
Antes, porém, quero dedicar a publicação de mais essa foto, mais essa prova cabal do que digo sobre a paixão palmeirense que se manifesta no Rio de Janeiro, a Fernando Szegeri, funcionário público e palmeirense, e a Julio Vellozo, comunista e corinthiano. Ao primeiro por razões evidentes: foi pra ele que bati o rádio quando dei de cara com o caboclo abaixo. E ao segundo porque ele é um que insiste em dizer que o time do povo é mesmo o Corinthians, que o homem simples, humilde, o autêntico representante do povo é corinthiano.
Eu sempre digo a ele que isso não corresponde à verdade, ao menos no Rio.
Os corinthianos aqui são banqueiros, investidores, quatrocentões fora de esquadro, o povo humilde do Rio de Janeiro que torce para algum clube paulista torce mesmo é para o Palmeiras.
(ouço daqui a voz de minha irmã me acusando de ser palmeirense e não rubro-negro)
Pois estava eu almoçando no Largo do Machado, sozinho, quando avistei um plaqueiro com a camisa do Palmeiras.
Bati o rádio pro homem da barba amazônica.
E ele deu a ordem:
- Fotografe! Fotografe!
Terminado o almoço, paga a conta, fui ao plaqueiro:
- Chefia, posso tirar uma foto tua com a camisa do Palmeiras pra mostrar pra uns amigos lá de São Paulo?
Ele, já tirando a placa do corpo, disse:
- Claro! Manda bala!
E eu:
- Não, não! Só afasta pra aparecer o escudo... eu disse que você era plaqueiro, eles precisam ver o anúncio...
Autorizado, fiz a foto.
Mais uma prova cabal de que a precisão é minha companheira.Até.
3 pitacos:
Foi por causa do primeiro texto - Provas Cabais - que conheci o seu blog (recomendado por um amigo também da blogsfera). E por meio do comentário que fiz lá (e outro e mais outro), acabei conhecendo uma pessoa pra lá de especial, muitíssimo querida!
É isso Edu! Você acabou propiciando, mesmo sem saber, um grande encontro!
No mais, continue, continue com as fotos (provas). Adoooro!
Beijo.
Da última vez que estive no Rio, cruzei com três palmeirenses na rua - Favela é prova de que fiz este comunicado, pouco antes de tomarmos o metrô rumo à Afonso Pena.
Tenho a impessão que esses caras te perseguem...
Que Deus te abençõe sempre.
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