Seguindo um dica de Luiz Antonio Simas, um connaisseur quando o assunto é gastronomia, fui almoçar hoje no restaurante RAMPINHA, na Praça da Bandeira, "o maior pólo gastronômico do Rio de Janeiro nos dias de hoje", na sua balizadíssima opinião.
Sou obrigado a concordar com ele em gênero, em número, em grau.
Manobrista na porta a custo zero, um sommelier à disposição da clientela, couvert com pães fabricados na casa, pratos os mais refinados, decoração elegante e sóbria, preços de zona norte (escolhi o que foi o melhor filé à Oswaldo Aranha que já comi na vida a inacreditáveis R$ 19,00), o RAMPINHA é, hoje, um restaurante do qual o tijucano tem que se orgulhar.
A Tijuca, que nada deve ao Leblon, à Copacabana, à Ipanema, tem à disposição o ACONCHEGO CARIOCA, o FIORINO, o LAREIRA, o MITSUBA, o OTTO, e agora o RAMPINHA, reinaugurado depois de uma obra faraônica.
Deixo aqui, todo prosa, a dica para meus poucos mas fiéis leitores.
Na Praça da Bandeira 201, pertinho da rua do Matoso, o RAMPINHA nada deve ao GERO, ao MR. LAN, ao APRAZÍVEL, a esses restaurantes incensados pela imprensa estrábica que não tem olhos pra zona norte da cidade.
Até.
Sou obrigado a concordar com ele em gênero, em número, em grau.
Manobrista na porta a custo zero, um sommelier à disposição da clientela, couvert com pães fabricados na casa, pratos os mais refinados, decoração elegante e sóbria, preços de zona norte (escolhi o que foi o melhor filé à Oswaldo Aranha que já comi na vida a inacreditáveis R$ 19,00), o RAMPINHA é, hoje, um restaurante do qual o tijucano tem que se orgulhar.
A Tijuca, que nada deve ao Leblon, à Copacabana, à Ipanema, tem à disposição o ACONCHEGO CARIOCA, o FIORINO, o LAREIRA, o MITSUBA, o OTTO, e agora o RAMPINHA, reinaugurado depois de uma obra faraônica.
Deixo aqui, todo prosa, a dica para meus poucos mas fiéis leitores.
Na Praça da Bandeira 201, pertinho da rua do Matoso, o RAMPINHA nada deve ao GERO, ao MR. LAN, ao APRAZÍVEL, a esses restaurantes incensados pela imprensa estrábica que não tem olhos pra zona norte da cidade.
Até.
5 pitacos:
Edu, ainda não fui ao Rampinha, mas fiquei sabendo que eles estendem seus serviços a festas em casa. Com funcionários uniformizados, com direito a logotipo do restaurante e tudo. Um luxo!
Visitarei o Rampinha, com certeza!
Neste último sábado estive no Mitsuba com minha digníssima. É que ela aguava em casa pensando no Yaki Soba de legumes. E quase ajoelhou ao saborear o Sunomono que eles servem de entrada.
Abraço!
Pois acho que voce está coberto de razao..Eu moro na Zona Sul e abomino esses restaurantes cheios de frescura que voce paga o olho da cara, nao pela comida, mas pela placa..
Adoro os restaurantes da Zona Norte. Não so da Tijuca (amo o Fiorino e o Otto), mas os da Vila Isabel também (amo o Petisco da Vila)e alguns da Ilha do Governador...Agora, por sua indicação, vou comer nesse Rampinha que nunca fui..Obrigada pela dica!!
Olga: pode até ser verdadeira essa informação. Mas garanto a você: nada superará a visita ao local, na inusitada (pelo que tem de fama, injustamente...) Praça da Bandeira.
Diego: vá logo, malandro, vá logo! Aguardo ansioso por seus comentários.
Vitória: digo o mesmo que disse ao Diego. Vá e volte ao balcão virtual pra contar sobre sua visita. Aposto minhas fichas como você não se arrependerá.
Prezado Eduardo, concordo contigo.
O Rampinha super agradável, com uma boa carta de vinhos, para todos os gostos e bolsos.
Comida boa e sem exageros, acompanhada por um atendimento impecável.
Recomendo.
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