* tenho cada vez menos, por razões de foro íntimo e seguindo as atuais e vigentes diretrizes da gerência do BUTECO, exposto no balcão imaginário meu dia-a-dia. Não posso, entretanto, deixar passar em brancas nuvens (expressão que mamãe adora e usa à mancheia) a fabulosa reunião da manhã de ontem, domingo, 07 de junho de 2009, na minha cada-vez-mais-amada Tijuca, mais precisamente no BAR DO CHICO, esquina das aprazíveis Afonso Pena e Pardal Mallet. À mesa, por ordem de chegada, este que vos escreve, Luiz Antonio Simas, Luiz Carlos Fraga, Felipinho Cereal e Jean e Leo Boechat, o nosso Bemoreira (Jean é seu primo, de São Paulo, e que sofre de agudo amor pelas manhãs tijucanas). A manhã, que seguiu o mesmíssimo ritual de incontáveis domingos passados, ganhou especiais cores graças à presença - pela qual eu ansiava há semanas, semanas! - de Carlos Andreazza, do TRIBUNEIROS. Não bastasse o prazer que tive de conhecer pessoalmente o bardo imperiano e rubro-negro, testemunhamos todos o nascimento de uma idéia que dá, ao carnaval de 2010, desde já, uma dimensão antológica. Leiam aqui, o emocionado relato do Andreazza;
* terminou, ontem à noite, a papagaiada promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, o chamado VIRADÃO CULTURAL. Não gostaria que prevalecesse a idéia, equivocada (segundo me pareceu diante do comentário feito pelo Marcelo Moutinho aqui), de que sou contra a iniciativa. Só não dá é pra achar que a Prefeitura está promovendo cultura. Não está. O que a Prefeitura fez foi promover mais de 300 eventos durante o final de semana passado. Política cultural, franca e sinceramente, não é isso. Eu adoraria saber, aliás, quanto custou a festança aos cofres públicos;
* estamos a 48 horas do início do julgamento da ação que decidirá a questão que envolve o menino Sean, no STF (falei sobre isso aqui). Não sei quanto a vocês, mas eu pretendo assistir ao julgamento pela TV SENADO como quem assiste jogo de Copa do Mundo. O tribunal ameaça pegar fogo, diversos interesses (alguns escusos) estarão em jogo e o programa promete ser imperdível;
* troço chato, incrivelmente chato, potencialmente chato, é o sujeito analisado, quer seja pelo psicanalista quer seja pelo próprio analisado, que vira-e-mexe assume ares de doutor na matéria. O analisado luta contra a espontaneidade e tem olhos de intensa piedade pra você, que é normal (ao menos pensa que é) e dispensa o divã e a hora de conversa paga. Genial, como todas as frases de sua autoria, é esta frase de Nelson Rodrigues: "Entre o psicanalista e o doente, o mais perigoso é o psicanalista.". O mais digno de dó, entretanto, é o doente. Quero ver se no curso dessa semana faço minhas digressões sobre o tema;
* dentre os destaques do mobiliário do BAR DO CHICO está um quadro do Dicró, morador da Tijuca, mais precisamente da Professor Gabizo, a poucos metros da residência oficial de Luiz Antonio Simas (vejam abaixo).
* terminou, ontem à noite, a papagaiada promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, o chamado VIRADÃO CULTURAL. Não gostaria que prevalecesse a idéia, equivocada (segundo me pareceu diante do comentário feito pelo Marcelo Moutinho aqui), de que sou contra a iniciativa. Só não dá é pra achar que a Prefeitura está promovendo cultura. Não está. O que a Prefeitura fez foi promover mais de 300 eventos durante o final de semana passado. Política cultural, franca e sinceramente, não é isso. Eu adoraria saber, aliás, quanto custou a festança aos cofres públicos;
* estamos a 48 horas do início do julgamento da ação que decidirá a questão que envolve o menino Sean, no STF (falei sobre isso aqui). Não sei quanto a vocês, mas eu pretendo assistir ao julgamento pela TV SENADO como quem assiste jogo de Copa do Mundo. O tribunal ameaça pegar fogo, diversos interesses (alguns escusos) estarão em jogo e o programa promete ser imperdível;
* troço chato, incrivelmente chato, potencialmente chato, é o sujeito analisado, quer seja pelo psicanalista quer seja pelo próprio analisado, que vira-e-mexe assume ares de doutor na matéria. O analisado luta contra a espontaneidade e tem olhos de intensa piedade pra você, que é normal (ao menos pensa que é) e dispensa o divã e a hora de conversa paga. Genial, como todas as frases de sua autoria, é esta frase de Nelson Rodrigues: "Entre o psicanalista e o doente, o mais perigoso é o psicanalista.". O mais digno de dó, entretanto, é o doente. Quero ver se no curso dessa semana faço minhas digressões sobre o tema;
* dentre os destaques do mobiliário do BAR DO CHICO está um quadro do Dicró, morador da Tijuca, mais precisamente da Professor Gabizo, a poucos metros da residência oficial de Luiz Antonio Simas (vejam abaixo).
Ficamos ali, depois que o Jean, fã do bom crioulo, fotografou a peça permanentemente pendurada à entrada do buteco, imaginando como poderia se dar a contratação do astro. Como ele oferece serviços de SAMBA, PAGODE e PIADAS, ficamos nos perguntando se há a possibilidade de montarmos diversos "combos" (um só com o samba, um com samba e pagode, outro só com piadas, por aí...) ou se vem tudo num pacote só. Felipinho Cereal ainda tentou contato com o Dicró, sem sucesso. Queríamos saber quanto nos custaria (e eu apostei que ele iria pelo simples prazer de uma cerveja gelada numa manhã de domingo) sua companhia à mesa.Até.
7 pitacos:
Fala Edu,
que bela manhã, hein?
Qualquer domingo desses apareço por lá.
abraços
Edu, só tenho a agradecer pela maneira generosa como a Tijuca me recebeu ontem; foi manhã-tarde antológica, em que, com notáveis companhias, senti-me extremamente à vontade - e já anseio pelas próximas.
Forte abraço!
Capitão-do-mato,
O quê, raios, é esse diabo de Viradão Cultural de que vocês tanto falam?
Saravá!
Essa é uma das maiores honras da minha vida - sou vizinho do imortal Dicró!
Andreazza: que venham as próximas. E que se repita, por muitos domingos, a mesmíssima mesa. Abraço!
Fraga: você sabe, pô! Importado de São Paulo pela Secretária de Cultura do Rio de Janeiro, Jandira Feghali, é uma coleção de eventos espalhados pela cidade a um custo que eu não sei. Abraço!
Simão: o que fomenta, ainda mais, o pólo tecnológico que é a região da Tijuca e do Maracanã, não? Beijo.
Manhã maravilhosa na Tijuca, mais uma vez. Eu, Simas e Edu tivemos a companhia de um pessoal de alta estirpe no bar do Chico, como meu irmão Fraguinha, meu grande camarada Leo Boechat, seu primo Jean, e Carlos Andreazza, a quem fui apresentado, gente finissima. Foram várias ampolas na belíssima manhã tijucana. Quanto ao Dicró, ainda teremos o caboclo em nossa mesa, pode escrever. Será outro dia formidável, outra manhã tijucana daquelas, outra história pra contar.
É muito bom respirar a Tijuca!
Beijo.
Capitão-do-mato,
Desculpe minha pobríssima [paupérrima?] cultura; agora já sei do que se trata [não trata?]!
Saravá!
Postar um comentário