(ou "A SALVARGUARDA DE QUEM NÃO TEM ESCRÚPULOS")
Acabo de comprar (e ler, e já me arrependi de fazê-lo) o jornal O GLOBO, ninho de gente desqualificada e preconceituosa que lá não estaria se aquilo fosse um jornal sério.
Li (e a reação foi uma mistura de nojo e ódio) a coluna de João Ximenes Braga, no caderno ELA (repugnante), editado por Ana Cristina Reis, que plagiou (sem jamais dignar-se a uma mísera explicação) matéria inteira publicada no jornal americano NEW YORK TIMES (como provei aqui).
Na coluna de hoje (mal escrita como de hábito, chega a dar dó), o colunista conta (vejam que assunto palpitante!!!) sobre seu conflito acerca da eleição (babquíssima, diga-se de passagem) do "melhor destino gay gobal", e lamenta ter votado em Montreal pois "o Rio ainda tem muito o que fazer pra merecer esse título em particular". Um nojo, como se vê. Daqui, peço aos deuses que nos regem que JAMAIS (com a ênfase szegeriana) permitam que o Rio venha a merecer esse título degradante.
O colunista fala, às escâncaras, que não gosta de pobre ("na falta de termo mais politicamente incorreto") - vejam a imagem abaixo.
Acabo de comprar (e ler, e já me arrependi de fazê-lo) o jornal O GLOBO, ninho de gente desqualificada e preconceituosa que lá não estaria se aquilo fosse um jornal sério.
Li (e a reação foi uma mistura de nojo e ódio) a coluna de João Ximenes Braga, no caderno ELA (repugnante), editado por Ana Cristina Reis, que plagiou (sem jamais dignar-se a uma mísera explicação) matéria inteira publicada no jornal americano NEW YORK TIMES (como provei aqui).
Na coluna de hoje (mal escrita como de hábito, chega a dar dó), o colunista conta (vejam que assunto palpitante!!!) sobre seu conflito acerca da eleição (babquíssima, diga-se de passagem) do "melhor destino gay gobal", e lamenta ter votado em Montreal pois "o Rio ainda tem muito o que fazer pra merecer esse título em particular". Um nojo, como se vê. Daqui, peço aos deuses que nos regem que JAMAIS (com a ênfase szegeriana) permitam que o Rio venha a merecer esse título degradante.
O colunista fala, às escâncaras, que não gosta de pobre ("na falta de termo mais politicamente incorreto") - vejam a imagem abaixo.
Mais à frente diz que ao chegar na praia, no trecho em frente à rua Farme de Amoedo, na quarta-feira passada, pensou, em vez de "opa, cheguei na praia gay", "opa, cheguei na praia de pobre"."E qual o problema de pobre na praia?" - ele continua.
Vamos ao que diz o colunista: "Fora ser difícil de repetir rápido três vezes, nenhum, a surpresa está em a Farme parecer tão pouco gay.".
Eis aí a inversão de valores e a covardia abjeta de João Ximenes Braga: encastelado na redação (árida de jornalistas de verdade), cospe na cara da gente ao manifestar sua avesão por gente pobre.
Por força de uma legislação de merda que tolhe o que é considerado politicamente incorreto apenas no que tange às chamadas minorias organizadas, ele pode escrever, num jornal de imensa circulação, barbaridades como essa, inoculando o ódio e incentivando o preconceito.
Eu, por muito menos, quando emiti minha opinião sobre uma nota publicada na coluna GENTE BOA, de O GLOBO, fui processado pelo protagonista da tal nota (essa que exponho aqui) que foi à Justiça apenas em busca de dinheiro (para comprar mais bonecas, pelo que deduzi). O autor da ação, outro que em seu inacreditável blog (que acompanhei durante certo tempo para ver se ele teria coragem de contar para seu público-leitor a fragorosa derrocada de sua iniciativa) manifesta seu ódio pelos pobres, não levou um centavo furado e sua denúncia foi rejeitada, mas é triste perceber a insuportável mania de perseguição dessas minorias que por um lado desfilam por aí expondo seus orgulhos e depois buscam a Justiça dizendo-se, oh!, moralmente abaladas.
Se eu dissesse aqui o que penso, a fundo, sobre gente como este colunista de O GLOBO, seria crucificado e, quiçá, processado novamente. Ele, sob o manto da covardia, escreve o que escreve e é saudado - muito provavelmente - por seus colegas de areia e de balcão de casa de sucos, que também odeiam os pobres.
Ele é reincidente. Leiam aqui e aqui.
O que o faz ficar, ainda, no Brasil?
E como - como, meu Deus? - pode um jornal empregar (e publicar) um cara desses, sendo que somos um país com uma imensa maioria pobre?
Tirem vocês as suas conclusões.
Até.
8 pitacos:
Acho que até o velho Mohandas abdicaria do Satyagraha e teria ímpetos de cobrir esse infeliz de porrada.
Que nojo!
Abraços!
Infelizmente, ler o lixo produzido por essa esculhama me faz sentir saudades imundas da imprensa estatal de Cuba.
Imprensa estatal de Cuba? Bruno, meu velho, acredite - eu, por incrível que pareça, quando leio essas barbaridades do Globo fico é com saudades do companheiro Roberto Marinho.
"Chega pra lá, tu pensas que o teu dinheiro a minha vontade vai modificar...
Chega pra lá nasci pobre , morro pobre
mas não vou me entregar"
Chega pra lá TRIBUFÚ escroto !!!
Se me processar , só leva despesa.
Pois é, Simas: ontem mesmo eu comentava sobre isso com o homem da barba amazônica. Roberto Marinho não permitira nunca que um sujeito desses escrevesse para seu jornal. Beijo.
Simão, por isso é que eu escrevi infelizmente...
Companheiro Roberto Marinho?!? Não, obrigado!
Claro , pelo quesito "padrão de qualidade", somente por isso.
"companheiro Roberto Marinho". Gargalhei! Adorei!
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