3.12.09

MULHERES NO ESTÁDIO DE FUTEBOL

Como eu já havia lhes contado aqui e aqui, a presença de mulheres nos estádios de futebol anda transformando o que era uma saga, uma sina, mais que uma missa numa catedral, num programa chatíssimo, praticamente insuportável.

E pior: as marias-chuteiras, as descoladas e descompromissadas com a tragidicidade do jogo, não mais permitem a visibilidade e a audiência da chuva de "vai, caralho!", do temporal de "chuta, porra!", a enxurrada meteoro-escatológica tão fundamental nos estádios de futebol.

Patricinhas histéricas (todas, todas elas), as mulheres gritam com agudeza uterina, profundamente irritante, tirando, assim, toda a dramaticidade auditiva que compõe o espetáculo tão caro a quem merece um lugar ao sol dentro do gigante de concreto.

Janir Junior que, repito, vem fazendo brilhante cobertura da reta final do time do Flamengo, pelo TWITTER, aqui, não me deixa mentir (e notem o diálogo entre os irmãos, apontando para a verdade do que digo há tempos.



Xô, harpias fora de contexto! Fora!

Até.

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