19.5.10

O NOJO QUE É O GLOBO

Ontem publiquei O NOJO QUE É O GLOBO, aqui. Hoje, mais nojeira. E com mais desfaçatez. Hoje publicam a foto de Luiz Zveiter com a seguinte legenda, frase atribuída ao atual presidente do TJRJ:

"A QUESTÃO É GRAVE PORQUE REVELOU QUE PESSOAS TENTARAM DENEGRIR A MINHA IMAGEM E CONSTRANGER O TRABALHO DA MÍDIA"

fotografia publicada no jornal O GLOBO de 19 de maio de 2010

Porcos, os que comandam o jornal. A questão mais grave é mantida debaixo do tapete. Mas aqui do BUTECO, modestamente, levanto a ponta do persa pisado pelos porcos subservientes e exibo o lixo a quem me lê: aqui.

Até.

2 comentários:

Ricardo Cantuaria disse...

Fala Edu! Realmente a conduta desse Luiz Zveiter é inaceitável! Mas pelo que entendi, o CNJ, além de anular o concurso, está tentando, junto à Corregedoria Nacional de Justiça, que medidas sejam tomadas com relação aos autores da fraude. Agora uma pergunta: os outros jornais anunciaram esses fatos? Abs, Ricardo Cantuária

Basílio disse...

Luiz Zveiter é desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Rio de Janeiro. Egresso da advocacia pelo quinto constitucional, ocupa atualmente o cargo de Presidente do Tribunal. Sua posse ocorreu em 03 de fevereiro de 2009 e seu mandato é válido por 02 (dois) anos - biênio 2009/2011.

Antes de ocupar o cargo de Presidente do Tribunal, foi Corregedor Geral da Justiça pelo biênio 2007/2009.

Foi presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, tendo sido obrigado a deixar este cargo pelo Conselho Nacional de Justiça, que entendeu serem incompatíveis as funções de magistrado com a de membro de cortes da Justiça Desportiva. Membro da Comissão de Estudos Jurídico-Desportivos do Ministério do Esporte e da Comissão Especial incumbida da elaboração do projeto que se converteu no CBJD.

Foi obrigado pelo Conselho Nacional de Justiça a deixar o cargo de Presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, em virtude de ser condenado em 5 (cinco) Reclamações Disciplinares instauradas para apurar o acúmulo indevido do cargo de Presidente com o de Desembargador.

Também foi representado a deixar o cargo de Sereníssimo Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro (GLMERJ, mas o Conselho Nacional de Justiça decidiu que a Resolução CNJ nº 10 já explicitava que o Desembargador Zveiter não poderia assumir cargos de direção na Maçonaria.

Recentemente, causou polêmica ao retirar a imagem de Jesus Cristo da sala do Tribunal de Justiça [1], medida esta que vem sendo defendida há mais de 100 anos, desde que Miguel Vieira Ferreira publicou o livro O Cristo no júri [2]

Em 8 de abril de 2010, o Conselho Nacional de Justiça anulou o XLI Concurso para Tabelionatos do Estado do Rio de Janeiro, por ter ficado provado que Zveiter, então Corregedor-Geral da Justiça, favorecera duas de suas namoradas, Flávia Mansur Fernandes e Heloísa Estefan Prestes, que fizeram péssimas provas, mas ainda assim foram aprovadas no certame. [3] O jurista Eduardo Banks requereu à Procuradoria-Geral da República, em Brasília, a instauração de ação penal pública contra Zveiter e suas namoradas, com base nos artigos 317, § 1º e 333, parágrafo único do Código Penal, que tratam, respectivamente, dos crimes de corrupção passiva e corrupção ativa [carece de fontes?].