16.8.10

BAR DO CHICO

Quem me lê e me acompanha sabe o quanto fiquei contrariado quando o Chico, dono do BAR DO CHICO, ampliou os domínios de seu buteco, adquirindo a loja ao lado e montando, ali, um restaurante. Temia eu - e o medo mostrou-se à toa - que o glorioso buteco da esquina de Afonso Pena com Pardal Mallet estivesse com seus dias contados.

Pois ontem, domingo, uma vez mais fui à feira na Vicente Licínio, pertinho dali. Vidal, a fim de descobrir os fascínios daquele mercado de rua, marcou comigo às 9h da matina no BAR DO CHICO. E ali bebemos três garrafas de Brahma geladíssimas, atendidos pelo Chicão, braço direito do Chico, que chegou em seguida.

O boa-praça, empolgado com minha presença ali depois de longa ausência, ofereceu-nos caldinho de feijão da feijoada que seria servida na hora do almoço.

Chico, do BAR DO CHICO, Rio de Janeiro, RJ, na Tijuca

Faço, pois, a confissão pública: o BAR DO CHICO continua grande, um grande buteco. Tão grande quanto o sorriso desse cabra, de primeira categoria.

Até.

7 comentários:

Felipinho disse...

Também estava com medo de que o bar acabasse se tornando um restaurante cheiroso destes. Mas o o boteco está firme e forme e sem viadagem.

Bruno Ribeiro disse...

Óóóótimo!

Luiz Antonio Simas disse...

E está servindo uma carne assada às quintas que é um Deus nos acuda...

Cesar disse...

Quando forem lá, peçam ao Chico aquele baião de dois que ele sempre tem lá pra servir à diretoria. O carré à mineira também está supimpa.

Eduardo Carvalho disse...

Edu,

obrigado por termos bebido lá, a seu convite, naquela manhã de domingo fantástica! E, também, antes de um jogo do Flamengo, numa quarta de noite! Do caralho!

Preciso voltar!
Abraço!

Arthur Tirone disse...

Desde que conheci o Bar do Chico, jamais arredei o pé: é o meu bar preferido no RJ.

Bruno Quintella disse...

Saudades daquela manhã de domingo, amigo. Falei com Simas por esses dias, e disse que queria revê-los logo, de preferência no bar da Mallet com Afonso Pena. Não sei se no próximo domingo, quando sei que certamente estarão por lá, mas noutra domingueira, quem sabe? Forte abraço, Edu.