26.8.10

CORA RÓNAI, A PORTA-VOZ DO COMPOSITOR

Tenho dito, reiteradas vezes, que dentre tantas vantagens da grande rede, notadamente das redes sociais, está a de demarcar bem o quem-é-quem, o diga-me-com-quem-andas-e-te-direi-quem-és. Com vocês, uma pérola de Cora Rónai, tia do todo-poderoso d´O GLOBO, Rodolfo Fernandes, diretor de redação e editor responsável pelo jornalão carioca (só isso, na minha humílima e parcial opinião, explica o nobre espaço dado à especialista em tecnologia).

trecho da coluna de Cora Rónai no jornal O GLOBO de 26 de agosto de 2010

Deixo de citar o compositor que considera Cora Rónai sua porta-voz por força de decisão de foro íntimo não revogada. Quem me lê, sabe de quem estou falando.

Até.

19 comentários:

caique disse...

hahahahahahaha!
prá bom ewntendedor, edu, meia palavra bas

Paulo disse...

O Globo é o mesmo jornal que seu ídolo e cliente Aldir Blanc, tem uma coluna mensal.

Tenha mais cuidado com o que você fala.

Paulo Peres

Eduardo Goldenberg disse...

Paulo Peres: vou me dar ao trabalho de lhe responder ainda que você não tenha tido a fineza de se identificar. Paulo Peres, no final de seu comentário, não me dá a certeza de que falo com Paulo Peres algum. Vamos ao que tenho a lhe dizer.

Sei que O GLOBO é o mesmo jornal que conta, hoje, com uma coluna do Aldir - que muito antes de ser meu "ídolo e cliente" é meu amigo -, como conta com uma coluna do Luiz Antonio Simas e de outros (poucos) que merecem ser lidos.

O que não tira, em absoluto, a pecha de lixo que ele carrega desde que foi fundado, à sombra da ditadura militar, e inflado a ponto de ser o maior cogumelo de comunicação do Brasil.

Por fim, agradeço seu conselho de ter "cuidado" - embora seja descabido neste específico caso. Tudo o que eu escrevo, eu assino.

Um abraço.

Paulo disse...

Falei para ter cuidado apenas pois acho anti-ético você criticar um meio que dá dinheiro aos seus amigos. Queira ou não, eles são contratados pelo jornal que você tanto critica, mas lê todo dia.

Acho que dessa forma você os expõe.

Um abraço.

Paulo Peres

Eduardo Goldenberg disse...

Obrigado, uma vez mais. Mas discordamos frontalmente e por diversas razões:

01) não acho antiético, em absoluto. Acho o jornal um lixo, ainda que haja gente boa escrevendo e trabalhando por lá;

02) só posso criticar - e o faço com conhecimento de causa - porque leio esse lixo todos os dias, ainda que na versão digital. Esse lixo não vê a cor de meu dinheiro, há anos;

03) e não creio que eu os exponha dizendo o que penso sobre o jornalão.

Era isso.

Paulo disse...

Proponho que você chame os dois ou que os dois se pronunciem sobre o que as coisas que você fala sobre o jornal que rende alguns trocados para eles.

Será que eles acham o jornal tão ruim assim?

Paulo Peres

Eduardo Goldenberg disse...

Paulo: pergunte você mesmo a eles. Francamente.

Paulo disse...

Não precisa, já deu pra ver que você só gosta de colocar o fogo, mas na hora do incêndio você corre.

Acho que os editores de O Globo não iam gostar de saber que o advogado de um dos seus empregados vive falando mal do jornal.

Espero que eles leiam isso e que saibam quem é o Buteco do Edu.

Paulo Peres

Ob. disse...

Edu,

o conceito de ética é mesmo muito complicado.

Entretanto, por vezes, ainda me espanto com algumas coisas que leio ou ouço. Se entendi bem, segundo o Paulo, seria antiético falar mal de alguém (ou algo) porque ele dá dinheiro a amigos seus.

Tirando o fato de que, em verdade, o jornal não dá nada, mas remunera o trabalho de seus amigos, de qualquer forma, não seria o oposto? Antiético não seria deixar de emitir a opinião em função de vantagens pessoais angariadas por seus amigos? Eticamente, esse critério, subjetivo, deveria influir na apreciação objetiva de cada um sobre um fato ou coisa?

Bom, de minha parte, sei que, sempre que sou o "fato" avaliado, espero que meu avaliador de ocasião não se apoie nas vantagens que eu por ventura conceda a seus amigos. Mesmo porque, estaria ferrado: não tenho como conceder vantagens a ninguém. Ou seja, devo ser pior que o Globo.

soneca disse...

Antiético,Edu, seria você deixar de criticar apenasporque seus amigos ganham dinheiro lá.

Eduardo Goldenberg disse...

Paulo Peres, Paulo Peres, seu último comentário chega a ser risível. Disse você, demonstrando que deve ser novo no pedaço, que (referindo-se a mim), "já deu pra ver que você só gosta de colocar o fogo, mas na hora do incêndio você corre.". Isso aqui, meu chapa, mais que um blog, é uma pira olímpica onde o fogo arde incessantemente. Estou, sinceramente, pouco me lixando para o que pensam os "editores de O Globo". Não devo nada a eles e sua insinuação - "o advogado de um dos seus empregados vive falando mal do jornal" - é tão baixa quanto mal formulada. O que interessa o que pensa o advogado de quem quer que seja fora do âmbito de defesa de seu cliente? Risível.

Ah, sim. E - sem modéstia - eles sabem quem eu sou.

Um abraço.

Quanto aos dois comentários seguintes, perfeito. Um abraço a ambos.

Eduardo Goldenberg disse...

E que fique claro, Paulo Peres: vetei, sim, seu último comentário - leviano - dizendo que aqui eu manipulo comentários. Com ênfase szegeriana, afirmo: NUNCA. Manipulação, mentira, farsa, dissimulação, nada disso passa por perto daqui. Veto os comentários evidentemente ofensivos, por respeito à legislação vigente, e não publicaria seu comentário com conteúdo rigorosamente divorciado da verdade.

Carlos Andreazza disse...

Cora Ronai que - valente... - publicou ontem, no blogue que mantém, uma carta-acusação bárbara contra um bicheiro poderoso para, logo em seguida, depois de receber um telefonema de uma promoter-socialite amiga [e íntima do contraventor...], afinar e retirar o texto do ar.

É como digo: certo jornalismo deve ser mesmo estimulado a escrever sobre gatinhos e capivaras.

Rafael Teixeira disse...

Só uma correção, em respeito à História: o jornal O Globo foi fundado em 1925 -- portanto, muito antes de qualquer "sombra da ditadura militar"...

Rafael Teixeira

André Z. Roque disse...

Edu,

quero fazer um esclarecimento, já que nosso erro talvez tenha contribuído para as suspeitas de manipulação de comentários. O comentário de 15:49 é meu; o de 16:46, da Sônia.

Um probleminha no cadastro no Gmail causou a falha na identificação, que ficou obscura. O problema foi resolvido, mas a solução não opera retroativamente. Ou seja, eles continuam não identificados.

Portanto, os dois comentários têm autores bastante bem identificados: eu e a Sônia.

Ah, outra coisa. Acho que o Rafael tem razão: O Globo não foi criado durante nossa ÚLTIMA ditadura. Ele é mais antigo.

Mas seu equívoco é perfeitamente compreensível. Foi depois de 64, com financiamento e legalidade bem obscura, que a TV Globo foi criada e agigantou-se e consolidou-se o Sistema de Globo - com tvs, rádios e jornais.

Boa noite e abraços

Renata Werneck disse...

Edu querido! Em primeiro lugar, acho que a nota da Madame Capivara serviria perfeitamente como modelo para os oficiais de Auschwitz. Em segundo lugar, eu (que ando light), diante de alguns dos comentários que se seguiram, cheguei a imaginar que algum amigo teu estivesse usando um pseudônimo só para te pilhar, de pura traquinagem. Porque, na boa, tem hora que é difícil registrar tanta cretinice.

Diego Moreira disse...

Caralho, é cada egun buruku que aparece nesse mundo virtual que nem quiabo, obi e orobô resolvem... #tsc

Luiz Antonio Simas disse...

A quem interessar possa, e mais não digo que não sou de acender vela para defunto que não merece nem palito de fósforo queimado: assino o texto.

Não o da Cora, o do Edu.

Essa senhora já demonstrou várias vezes que gosta mais de bicho do que de gente.

Rodrigo Braga disse...

Edu,

Quero parabenizar por colocar em evidência sempre besteiras como essa. Não é surpresa para mim esse tipo de fala dessa mulher. É uma típica burguesinha da zona sul carioca que se comporta e pensa como tal. Essa gente parece não conseguir ver o quanto é deprimente.

Por que ela não vai para Suécia viver com os "lindos" arianos e brincar com essas crianças de comerciais?

Vai, mas não volta!